Achei 2011 um ano melhor pra música pop/independente brasileira do que pro pop feito na gringa. Mas, como ouvi mais coisa (mesmo não gostando absurdamente de nada, a não ser de alguns entre os 5 primeiros das minhas listas de melhores do ano), não foi tão difícil organizar os destaques musicais de 2011. Sem mais enrolação vamos ao que interessa, a começar pelos discos internacionais:
1º) Wasting
Light - Foo Fighters
Poderia escrever mil defesas e elogios a respeito desse disco. Precisa? É o tipo do disco de rock que andava em falta no mercado. Hits! Não é de hoje que o dono da banda é bom nisso, certo? Sempre muito bem acompanhado ele conseguiu colocar em prática, mais do que nunca, o rock alternativo ou stoner rock que compartilhou com Josh Homme, no Queens of The Stone Age. Com um detalhe: tirou o alternativo e deixou só o rock.
2º) Collapse
Into Now - R.E.M.
Ah, se toda grande banda conseguisse encerrar a carreira com um disco dessa grandeza!
3º) Noel Gallagher’s High Flying Birds
Alguém ainda duvida sobre qual Gallagher merece ser ouvido e levado a sério?
4º) Circuital - My Morning Jacket
No quesito surpresa(barra)criatividade, esse seria o meu top 1. O My Morning Jacket deixou de ser uma banda interessante pra ser uma das grandes do rock norte-americano atual, graças ao repertório e aos shows da turnê de divulgação desse super disco. Mais que merecido.
5º) Timber Timbre - Creep On Creepin' On
O som é, às vezes, fantasmagórico. Passa pelo rock, folk, blues, com ar soturno. Não conhecia nada do trabalho desses canadenses até descobrir o belíssimo clipe feito para uma das faixas desse disco - Do I Have Power? Fui atrás de mais material, topei com outro clipe de outra bela música - Black Water - do mesmo disco! Fiz o download e ele veio parar aqui nesse quinto lugar, após várias audições incríveis (várias delas, em meio à forte neblina, voltando pra casa). Aí, não teve como resistir...
6º) El Camino - The Black Keys
Ainda bem que 2011 acabou e El Camino só foi lançado bem no fim do ano. Com mais algumas viciantes audições, esse novo e acertadíssimo disco do grupo estaria incomodando os artistas posicionados entre a segunda e quinta colocação.
7º)
Revelator - Tedeschi Trucks Band
Nada como receber de braços abertos um disco inspirado e inspirador de uma espécie de filial da Allman Brothers Band. Poder ver o show em solo brasileiro, no ano de lançamento do disco foi ainda mais incrível. Derek Trucks é um dos melhores guitarristas de blues (com destaque para sua habilidade tocando slide guitar) da atualidade. E sua mulher, Susan Tedeschi, me chama atenção, desde que eu fazia um programa de blues - o Encruzilhada - na saudosa Savassi FM. E isso faz tempo.
8º) The Whole Love - Wilco
Não está entre os melhores do Wilco, claro. Mas é Wilco, certo? E tem "Black Moon", ok? Ah, tem Art of Almost e ponto final! Veio parar aqui em 8º.
9º) Suck It And See – Arctic Monkeys
O Strokes lançou disco em 2011(rs.)? O Arctic Monkeys eu sei que lançou, quis ouvir, ouvi e gostei muito. Evolução natural do disco anterior. Não é pra salvar o rock, nem pra acabar com o hype. É um bom disco. Quer dizer, é um ótimo disco, pois é possível ouví-lo do começo ao fim e estamos falando de Arctic Monkeys, né?
10º) The King is Dead – The Decemberists
Era o meu disco predileto até enjoar, confesso. A verdade é que ele mereceria o título desse blog: já nasceu velho. E com prazo de validade meio curto. Assim como o Black Keys foi escalando posições, esse largou bem e aqui está. Tem belas músicas, fáceis, assobiáveis, lembra R.E.M. pra caramba, entre outras coisas. Mas não chega nem perto do meu predileto do grupo The Crane Wife.
Repescagem:
11º) Wounded Rhymes – Lykke Li
11º) Wounded Rhymes – Lykke Li
12º) Helplessness
Blues – Fleet Foxes
13º) Smoke
Rings For My Halo - Kurt Ville
foo é foo kkkkk beleza de blog cara,parabens.
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